Somos um grupo de amigos que descobriu o prazer de pedalar e do convívio que isso proporciona. O que teve inicio como uma brincadeira é agora um vício (para alguns). Junta-te a nós.
Quilhotas do Isfalque marcam presença no Inter Freguesias da Maia 2010
No dia 22 de Fevereiro de 2010, iniciou o Inter freguesias da Maia na freguesia de São Pedro do Avioso, onde a equipa esteve presente.
Chegamos ao local da prova por volta das 8h 30m. Começamos por ir buscar os dorsais e tirar as bikes dos carros para fazer os preparativos. Como a preguiça era muita e o tempo não estava a ajudar não fomos fazer a tradicional volta de reconhecimento, para vermos os locais mais técnicos.
Mesmo assim lá fomos para a prova que começou por volta das 9.30.
O percurso era muito bom, mas muito técnico e para ajudar à festa o piso estava muito escorregadio o que proporcionou algumas quedas a alguns elementos da nossa equipa. Mesmo com alguns contratempos, os quilhotas conseguiram obter boas classificações.
Femininos
Bambis 1º Joana Fonseca
Veteranas 3º Helena Fonseca
4º Patrícia Fonseca
Masculinos
Iniciados 3º João Fonseca
Veteranos A 21º Carlos Fonseca
Veteranos C 4º Alfredo Gomes
Chegamos ao local da prova por volta das 8h 30m. Começamos por ir buscar os dorsais e tirar as bikes dos carros para fazer os preparativos. Como a preguiça era muita e o tempo não estava a ajudar não fomos fazer a tradicional volta de reconhecimento, para vermos os locais mais técnicos.
Mesmo assim lá fomos para a prova que começou por volta das 9.30.
O percurso era muito bom, mas muito técnico e para ajudar à festa o piso estava muito escorregadio o que proporcionou algumas quedas a alguns elementos da nossa equipa. Mesmo com alguns contratempos, os quilhotas conseguiram obter boas classificações.
Femininos
Bambis 1º Joana Fonseca
Veteranas 3º Helena Fonseca
4º Patrícia Fonseca
Masculinos
Iniciados 3º João Fonseca
Veteranos A 21º Carlos Fonseca
Veteranos C 4º Alfredo Gomes
Quilhotas do Isfalque arrasam no Inter Freguesias da Maia – Gemunde
Mais uma vez, os Quilhotas marcaram presença no Inter Freguesias da Maia, mas desta vez foi na Freguesia de Gemunde, no Lugar da Bajouca.
A prova foi no dia 28 de Março de 2010, com inicio marcado para as 9.15, o que não aconteceu, como sempre os atrasos do costume.
Estava um dia espectacular, chegamos por volta das 8.15 e fomos buscar os dorsais e de seguida fomos fazer a volta de reconhecimento do percurso.
A pista era excelente, descidas rápidas e umas subidas com alguma técnica.
No final, os quilhoteiros obtiveram muito boas classificações:
Femininos
Bambis 1º- Joana Fonseca
Veteranas 1º- Helena Fonseca
3º- Patrícia Fonseca
Masculinos
Iniciados 2º - João Fonseca
Veteranos A 6º - Carlos Fonseca
Veteranos C 4º - Alfredo Gomes
A prova foi no dia 28 de Março de 2010, com inicio marcado para as 9.15, o que não aconteceu, como sempre os atrasos do costume.
Estava um dia espectacular, chegamos por volta das 8.15 e fomos buscar os dorsais e de seguida fomos fazer a volta de reconhecimento do percurso.
A pista era excelente, descidas rápidas e umas subidas com alguma técnica.
No final, os quilhoteiros obtiveram muito boas classificações:
Femininos
Bambis 1º- Joana Fonseca
Veteranas 1º- Helena Fonseca
3º- Patrícia Fonseca
Masculinos
Iniciados 2º - João Fonseca
Veteranos A 6º - Carlos Fonseca
Veteranos C 4º - Alfredo Gomes
Quilhotas do Isfalque sobem ao Monte da Sr.ª da Graça
No dia 27 de Junho de 2009, os três quilhoteiros: Carlos Fonseca, Alfredo Gomes e Helena Fonseca, pelas 7.15 da manhã, rumam à cidade de Mondim de Basto.
Chegamos a Mondim por volta das 8.15, tiramos as bikes e lá começamos a nossa etapa até ao cimo do monte. Este é uma passagem obrigatória da Volta a Portugal e também umas das etapas mais duras.
Cerca das 8.30 começamos a subir, sempre com mudanças leves pois tínhamos cerca de 10 kms pela frente.
A estrada mesmo sendo boa existe curvas cotovelo que custam a fazer, mesmo que ainda haja poucos quilómetros feitos.
Minuto a minuto, pedalada a pedalada, lá fomos nós, sempre na companhia do Gonçalves, que também gosta de pedalar e conhece muito bem a Sr.ª da Graça, pois é o local da sua residência.
Pela estrada fora dá para ver os sinais de apoio aos ciclistas profissionais portugueses, como Cândido Barbosa, às equipas de ciclismo, como a Liberty seguros, que por ali passam em dia de prova da volta a Portugal.
O tempo estava ameno, bom para a prática do BTT, por isso não custou pedalar até ao cimo do monte.
Por nós, passavam carros e camionetas com pessoas que iam pagar as suas promessas e visitar pela 1ª vez (como nós) aquele santuário.
Quando chegamos ao cimo, descansamos um bocadinho e depois fomos comprar os tão famosos PINS que alguns dos quilhoteiros coleccionam. PINS esses que são colocados nos capacetes para que saibam por onde já andaram os Quilhotas do Isfalque. A seguir fomos fazer uma visita à bonita capela, onde tiramos umas fotos ao interior da igreja.
Quando acabamos de fazer a visita, pedimos a um senhor que por ali andava para nos tirar a foto da Praxe para que fique na história dos Quilhotas.
Logo após termos as fotos tiradas, as lembranças compradas arrancamos em direcção ao Largo de S. Tiago que fica logo abaixo do santuário para descermos pelo monte.
Este largo é lugar de passagem obrigatório pois fica a meio do caminho para o pico do monte da Sr.ª da Graça. Quem sobe o monte do lado direito tem um trilho em terra que dá para descer e ver como é linda a floresta que rodeia o monte.
Pela frente, tínhamos lugares lindos com pequenas quedas de água, tanques com água limpa e muito fresca, onde deu para nós nos refrescarmos, pois com o passar das horas o calor começou a apertar.
Chegamos a Mondim por volta das 8.15, tiramos as bikes e lá começamos a nossa etapa até ao cimo do monte. Este é uma passagem obrigatória da Volta a Portugal e também umas das etapas mais duras.
Cerca das 8.30 começamos a subir, sempre com mudanças leves pois tínhamos cerca de 10 kms pela frente.
A estrada mesmo sendo boa existe curvas cotovelo que custam a fazer, mesmo que ainda haja poucos quilómetros feitos.
Minuto a minuto, pedalada a pedalada, lá fomos nós, sempre na companhia do Gonçalves, que também gosta de pedalar e conhece muito bem a Sr.ª da Graça, pois é o local da sua residência.
Pela estrada fora dá para ver os sinais de apoio aos ciclistas profissionais portugueses, como Cândido Barbosa, às equipas de ciclismo, como a Liberty seguros, que por ali passam em dia de prova da volta a Portugal.
O tempo estava ameno, bom para a prática do BTT, por isso não custou pedalar até ao cimo do monte.
Por nós, passavam carros e camionetas com pessoas que iam pagar as suas promessas e visitar pela 1ª vez (como nós) aquele santuário.
Quando chegamos ao cimo, descansamos um bocadinho e depois fomos comprar os tão famosos PINS que alguns dos quilhoteiros coleccionam. PINS esses que são colocados nos capacetes para que saibam por onde já andaram os Quilhotas do Isfalque. A seguir fomos fazer uma visita à bonita capela, onde tiramos umas fotos ao interior da igreja.
Quando acabamos de fazer a visita, pedimos a um senhor que por ali andava para nos tirar a foto da Praxe para que fique na história dos Quilhotas.
Logo após termos as fotos tiradas, as lembranças compradas arrancamos em direcção ao Largo de S. Tiago que fica logo abaixo do santuário para descermos pelo monte.
Este largo é lugar de passagem obrigatório pois fica a meio do caminho para o pico do monte da Sr.ª da Graça. Quem sobe o monte do lado direito tem um trilho em terra que dá para descer e ver como é linda a floresta que rodeia o monte.
Pela frente, tínhamos lugares lindos com pequenas quedas de água, tanques com água limpa e muito fresca, onde deu para nós nos refrescarmos, pois com o passar das horas o calor começou a apertar.
Participação na Maratona da Póvoa de Varzim
Pela 1ª vez os Quilhotas do Isfalque participaram na Maratona da Póvoa de Varzim, embora alguns dos seus elementos já tivessem participado em edições anteriores.
A prova reuniu cerca de 1800 betetistas, tendo alinhado 8 quilhoteiros, sendo 3 dos quais mulheres. Dos 8 quilhoteiros 4 participaram na maratona (80km) e os restantes 4 participaram na meia maratona (50 km). Esta aventura teve início pelas 8 horas da manhã de sábado, com encontro marcado no quartel da Brigada Fiscal da Póvoa, para definir estratégias, afinar as bikes e claro tomar o café da praxe.
Saímos do quartel por volta das 8.30, rumo à meta. A adrenalina subia à medida que as 9.30 (hora do início da prova) se aproximavam. O pessoal vibrava ao som da música, quando pelas 9.30 foi dado o sinal de partida para mais uma excelente participação dos Quilhotas.
Os participantes da Maratona partiram do Largo Martim Vaz rumo a Amorim, Laúndos, Terroso, Rio Mau, Laúndos de novo, Paradela, Rates, Macieira de Rates, Balasar, Gondifelos, Fradelos, Balasar novamente, Arcos, Rates, Terroso, Amorim e chegada à Póvoa de Varzim.
Os participantes da Meia-Maratona partiram em direcção a Laúndos, passando depois por Terroso, novamente por Laúndos, Paradela, Rates, Balasar, Rates novamente, Beiriz e Póvoa de Varzim.
Foi um constante sobe e desce, encontrando um percurso menos exigente do que na edição anterior. Bem sinalizado, bastante pessoal de apoio nas estradas e no mato. .
As classificações foram as seguintes:
Maratona: Carlos Fonseca 175º - 5h 22m 42s
José Gomes +/- 176º - +/- 5h 23m 44s (sem dorsal)
Helena Fonseca 4º - 5h 22m 40s (geral – 174º)
Rúben Mendes 209º - 5h 51m 22s
Meia – maratona: Alfredo Gomes 439º - 2h 57m 59s
Diana Fonseca - 21º - 3h 52m 27s ( geral - 870º)
Patrícia Fonseca - 22º - 3h 52m 34s ( geral - 872º)
Nuno Nascimento 926º - 4h 46m 34s
A prova reuniu cerca de 1800 betetistas, tendo alinhado 8 quilhoteiros, sendo 3 dos quais mulheres. Dos 8 quilhoteiros 4 participaram na maratona (80km) e os restantes 4 participaram na meia maratona (50 km). Esta aventura teve início pelas 8 horas da manhã de sábado, com encontro marcado no quartel da Brigada Fiscal da Póvoa, para definir estratégias, afinar as bikes e claro tomar o café da praxe.
Saímos do quartel por volta das 8.30, rumo à meta. A adrenalina subia à medida que as 9.30 (hora do início da prova) se aproximavam. O pessoal vibrava ao som da música, quando pelas 9.30 foi dado o sinal de partida para mais uma excelente participação dos Quilhotas.
Os participantes da Maratona partiram do Largo Martim Vaz rumo a Amorim, Laúndos, Terroso, Rio Mau, Laúndos de novo, Paradela, Rates, Macieira de Rates, Balasar, Gondifelos, Fradelos, Balasar novamente, Arcos, Rates, Terroso, Amorim e chegada à Póvoa de Varzim.
Os participantes da Meia-Maratona partiram em direcção a Laúndos, passando depois por Terroso, novamente por Laúndos, Paradela, Rates, Balasar, Rates novamente, Beiriz e Póvoa de Varzim.
Foi um constante sobe e desce, encontrando um percurso menos exigente do que na edição anterior. Bem sinalizado, bastante pessoal de apoio nas estradas e no mato. .
As classificações foram as seguintes:
Maratona: Carlos Fonseca 175º - 5h 22m 42s
José Gomes +/- 176º - +/- 5h 23m 44s (sem dorsal)
Helena Fonseca 4º - 5h 22m 40s (geral – 174º)
Rúben Mendes 209º - 5h 51m 22s
Meia – maratona: Alfredo Gomes 439º - 2h 57m 59s
Diana Fonseca - 21º - 3h 52m 27s ( geral - 870º)
Patrícia Fonseca - 22º - 3h 52m 34s ( geral - 872º)
Nuno Nascimento 926º - 4h 46m 34s
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